quarta-feira, 30 de maio de 2012

Amor e suas variedades;

Há o amor de amigo, mãe, pai, irmão, esposa e até mesmo amor de amante. Há aquele amor sincero, real, forte. Amor que arde, mas arde de um modo que te faz suspirar, te faz entrar em êxtase, te faz sair de você mesma. E agora seus passos são nas nuvens e sua vida é tão clara quanto ao sol. Há também aquele amor doentio, obsessivo, pavoroso e difícil. Aquele que te faz sangrar, chorar, gritar e querer extravasar. Te faz querer abandonar tudo e a todos, porque o romantismo exacerbado não mais tem graça. Você sofre, anda em círculos, se esconde. E no fim percebe que só tem a si mesmo. Também existe o amor de irmão que é um dos mais belos. Vocês brigam ou discutem, mas cinco minutos longe do companheiro parece uma eternidade. Amor de irmão supre qualquer briga, revanche, cara feia ou indiferença. Supre qualquer problema religioso, social, financeiro, econômico e político, só não supre o próprio amor. E o amor de amigo se confunde com o de irmão, pois ambos são belos, magníficos, mágicos, incontestáveis e fascinantes. É um sentimento simples de nascer, mas difícil de se perder. É um sentimento que te fortalece, te faz viver melhor. As tempestades se tornam mais fracas, o sol mais brilhante, o escuro mais claro, o amor mais eterno. É um amor sem tradução, sem explicação e quase sem comparação. Há também o amor que parecia ser eterno e acaba num piscar de olhos, há também o amor que ultrapassa a vida; ultrapassa o céu e o inferno. Que o amor seja eterno ou efêmero, reciclável ou não, mas que seja amor de verdade. Amor de todas as forças, todos os sonhos, todas as promessas e juras de amor. Que o sentimento chegue à alma, que ele te descontrole, mas que te faça alcançar as estrelas e que te dê motivos para continuar a amar. Tomara que no amor não exista escuridão, muito menos solidão. Que não seja palpável quanto um pão e que te faça voar como um balão. Ahh, que sentimento não

Nenhum comentário:

Postar um comentário